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terça-feira, 17 de julho de 2012

A influência da Lua


 

Adaptação livre da palestra de José Laércio do Egito: esse texto fala sobre a influência da energia lunar sobre nossas vidas, mais especificamente sobre o ciclo menstrual feminino e a importância de nossa sincronização com os ciclos lunares.

"A despeito do reconhecimento da ciência, existe uma forte ligação entre a Lua e a mulher, que com o crescente distanciamento dos ciclos da natureza e uma opressora mentalidade judaico cristã durante anos, deixou de sentir a interação entre a sua menstruação e as fases da Lua. Hoje as mulheres vivem repletas de queixas orgânicas, psíquicas preocupantes, e para se curar de inúmeros distúrbios não será por meio do uso apenas de remédios, bem mais que isso ela precisa reintegrar-se com a natureza em geral e com a Lua em especial.

Não se pode negar que a Lua exerce uma ação muito grande sobre vários elementos da terra. Não é somente sobre o mar, produzindo marés. Existe o chamado princípio físico da capilaridade que controla o fluxo líquido em tubos capilares. Tudo o que depende de irrigação capilar, sofre influencia da Lua, pois ela não tem ação somente sobre a macro-maré (oceano), mas também nas micro-marés (fluxos capilares).
Os lenhadores sempre afirmaram que a madeira cortada em período de lua cheia facilmente era atacada por insetos, por isso para a obtenção de madeira resistente eles só abatiam arvores em “noite escura” – período de lua nova. Os botânicos diziam que isso não tinha fundamente, que era superstição apenas, mesmo que a pratica mostrasse o inverso. Depois foi a própria ciência quem descobriu a razão. No período de lua cheia os capilares que conduzem a seiva se dilatam e assim muitos alcalóides podem ascender pelo caule. Quando a arvore é derrubada nessa fase há mais desses alcalóide e consequentemente mais alimento para insetos, tais como o cupim, por exemplo. Assim mais facilmente a madeira é preferida pelos insetos devoradores.

O mecanismo que faz com que a seiva de um vegetal flua para cima é regido pelo principio da capilaridade. É por isso que a Lua interfere tanto na terra. Se não houvesse o efeito da Lua, o mecanismo de capilaridade, de fluxo de seiva seria totalmente diferente e com certeza o mundo vegetal seria diferente, composto por outro tipo de flora; consequentemente tudo aquilo que depende das formas vegetais conhecidas seriam influenciadas. Sem a Lua não haveria maré, e sem maré o ritmo do vento seria diferente, assim toda a vida manifesta biologicamente na terra seria drasticamente afetada. A menstruação é um processo que envolve vasos capilares (micro artérias e veias), portanto sujeita aos princípios físicos que regem a capilaridade. Naturalmente a gravidade lunar interfere nesse processo do qual a menstruação tem a ver diretamente. Essa é uma explicação física, mas há outros processos em nível de energia.

Na verdade o organismo produz hormônios que agem sobre a circulação genital, em especial a ovariana e uterina; agem sobre a micro circulação genital e disso resulta um conflito muito grande, por um lado a substancia química provocando, por exemplo, uma dilatação, enquanto por outro a Lua provocando uma vaso constrição. É bem diferente quando as duas ações estão em sincronia.

Diante do que escrevemos; a mulher deve estabelecer uma sincronização do seu organismo com as fases da Lua. Para isso há vários meios, talvez o mais simples seja o estabelecimento de um diálogo constante com a Lua,
converse com ela, aja como se ela fosse sua confidente. Na verdade talvez essa comunicação não ocorra como algo objetivo, mas o propósito é condicionar a mente a interagir de acordo com a fase da Lua. Não importa se se trata de uma ocorrência objetiva, pois o que realmente interessa que seja efetiva, mesmo que se trate de algo se é algo objetivo, ou mesmo sugestivo, ocorre. O que é significativo é a ocorrência de um condicionamento mental atuante.

Tente fazer da seguinte forma:
Na fase crescente, procure imaginar seu útero aumentando suavemente de volume, sua ovulação ocorrendo na fase da Lua Cheia, que independentemente do processo que determine isso a mente que comanda as funções orgânicas, o fluxo menstrual vai se regularizando progressivamente. Quando a Lua for minguando, visualize o útero também diminuindo, e o início da menstruação ocorrendo na Lua Nova.Por certo que a pessoa com essa prática não vai sentir o efeito nos primeiros meses; a dessintonia que existe na maioria das mulheres é um processo demorado de ser solucionado, pois precisa ser quebrado aquilo que por anos e anos foi sendo estabelecido. Romper com um processo “cristalizado” não acontece rapidamente. Mas, com a persistência o efeito será notável; chegará o momento em que o organismo estará plenamente sincronizado com as fases da lua.

No passado, em especial nas culturas nativas, a menstruação era uma atividade fisiológica com ciclo exato de 28 dias (ciclo lunar) e a menstruação ocorria precisamente na Lua Nova. Na medida em que a mulher perdeu o vinculo com a Lua, a sua menstruação se tornou aleatória, irregular em freqüência em duração, e isso é causa de muitos distúrbios ginecológicos, e de outros sistemas orgânicos, em especial no campo psíquico.Não estamos afirmando, mas também não estamos negando, que esse processo de sintonia seja determinado fisicamente por alguma força física da Lua. Para as pessoas comuns, é mais fácil aceitar que seja uma decorrência de um condicionamento puramente mental. Não se pode negar que o mental pode facilmente ser condicionado, o organismo tem os chamados reflexos condicionados; muitas funções podem ser condicionadas, e essa interação entre a mulher e a Lua também o pode ser. Certos exercícios podem atuar como efetivadores de reflexos orgânicos, e no caso em estudo, regularizando o ciclo menstrual e, consequentemente, corrigindo muitos distúrbios.
Entre as mulheres vem sendo desenvolvida uma repulsa tão grande à menstruação, que muitas estão provocando através se hormônios uma amenorréia (falta de menstruação). O resultado é previsível, elas pensam que ficam livres do incômodo físico, na verdade isso acontece, porém a um altíssimo custo. Elas ignoram que com essa prática vão se tornando um “poço” de problemas orgânicos, de distúrbios cada vez mais sérios, em especial na área mental, um processo crescente de neurotização ou o que é pior de cancerização."


terça-feira, 5 de junho de 2012

o seu sangue é sagrado


Conheço muitas mulheres que acham a menstruação um momento chato, um fardo a ser carregado por nascerem mulheres. Algumas tem nojo de seu próprio sangue, outras sentem vergonha, outras apenas acham desconfortável.

Bem, eu penso que tudo isso é apenas uma forma negativa de se encarar este ciclo natural, uma visão que foi de certa forma incorporada por essas mulheres a partir do que a nossa sociedade [machista] ensinou.

Repare as interpretações que os diferentes segmentos sociais dão ao período menstrual:

Os judeus, por exemplo, consideram que uma mulher menstruada não pode fazer a comida, pois está "impura".

Assim também consideram os católicos a exemplo desse trecho da bíblia: 
Quando uma mulher tiver a sua menstruação, ficará impura durante sete dias. Quem tocar nela ficará impuro até à tarde. (Levítico 15,19)
ou ainda:
Se um homem dormir com uma mulher durante a menstruação, e tiver relações sexuais, descobrindo a fonte do sangue, os dois serão eliminados do seu povo. (Levítico 20,18)
O Islã também traz proibições no que diz respeito à relação sexual durante a menstruação:
E perguntam-te pelo menstruo. Dize : É moléstia. Então, apartai-vos das mulheres, durante o menstruo, e não vos unais a elas, até se purificarem. E quando se houverem purificado, achegai-vos a elas por onde Allah vos ordenou. Por certo, Allah ama os que se voltam para Ele, arrependidos, e ama os purificados. (2 :222)

Mas independente se a mulher segue uma religião ou não, você vai encontrar esse tipo de postura avessa à menstruação por aí. Agora, eu pergunto: Como mulheres de uma sociedade construída sob o crivo dessas religiões patriarcais conseguiriam se livrar desse estigma inferiorizante de "impureza" durante seu sangramento mensal?

Há de se alcançar algum auto-conhecimento e amor-próprio para conseguir ressignificar a própria menstruação.

Em outras religiões minoritárias, como por exemplo o Candomblé, religião de matriz africana, a coisa já vai mudando de figura. Apesar de encontrarmos visões diversas entre os adeptos, há um fundamento que diz que a mulher em período menstrual está impedida de receber os orixás em seu corpo ou de cozinhar. Mas não por estar "impura", e sim por haver um mistério nesse sangue, e um temor por parte dos homens do poder que a mulher tem nesse período. Uma mulher portando tal poder, é uma mulher perigosa em potencial. 

Percebam a diferença entre você separar por considerar repulsivo e separar por considerar perigoso. Em ambos os casos há uma aura misteriosa rondando a mulher menstruada, mas em um caso ela está subalterna, em outro ela está empoderada.

No Paganismo, podemos atestar através dos mitos, das etnografias de povos indígenas e da própria prática do neopaganismo, que o sangue da menstruação é considerado como algo especial, ou melhor dizendo, sagrado. 

Como o povo de santo coloca, sim, há um mistério envolvido no sangramento mensal, há um poder que toda mulher compartilha. Não há nojo ou repulsa, há poder, poder de criação.

E é assim que, durante Eras, as mulheres de sociedades tribais se reúnem todo mês numa "tenda da lua" para celebrar esse momento, para compartilharem de conhecimentos que apenas as mulheres entendem, para criar vínculos, e talvez o mais importante: para conhecerem seu corpo e seu espírito.

Mulheres, podemos não viver em sociedades tribais, mas ainda menstruamos. Vamos aproveitar essa dádiva (sim, é uma dádiva, não um fardo), para sentirmos nosso corpo, conhecermos cada sinal dele, sabermos lidar com as dores e com prazeres, respeitar o corpo, respeitar a própria feminilidade inerente a todas nós, independente de questões sexuais.

Ainda para aquelas que seguem o caminho mágico, existe a importância dos mistérios do sangue, e é essencial para nós que sejamos introduzidas a eles.

Se você, mulher, fica irritada com o uso de tantos absorventes, pode procurar outras alternativas para manter-se asseada nesse período. Neste post você encontra mais detalhes: http://ventosnovos.blogspot.com.br/2011/11/mes-lunar-responsabilidade-com-gaia.html

Se sente cólicas ou tpm terríveis, antes de começar a tomar remédios ou parar de menstruar, já pensou em mudar a sua relação com o seu corpo?

Estou aderindo, juntamente a outras mulheres do mundo, à campanha 2@ vermelha:

cartaz da campanha de 2011

recomendo esse post no blog umbanda astrológica como leitura complementar: http://portalesdoceu.blogspot.com.br/2011/05/o-feminino-menstruacao-e-o-sagrado.html

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

mês lunar - responsabilidade com Gaia

Todo mês verte o sangue... pelo menos para aquelas que escolheram viver naturalmente o seu ciclo.

Posso ter cólica, indisposição, maior trabalho de higienização, mas eu não abro mão: a menstruação é um período necessário para o equilíbrio emocional e espiritual da mulher.

Além do mais, para nós mulheres do Antigo Caminho, a Lua de Sangue é essencial para se conectar ao poder do Sagrado Feminino...

Mas nesse post quero primeiro falar sobre outra coisa: os absorventes descartáveis.

Nem todas sabem, mas existem alternativas bem mais ecológicas e saudáveis do que esses absorventes de plástico que encontramos nas prateleiras do mercado por um preço abusivo.

Por que mais saudáveis?

Circulou uma informação na internet dizendo que os fabricantes de absorventes descartáveis usam na sua fabricação amianto, substância que estimula o sangramento. Ou seja, mais sangramento = comprar mais absorventes.

Além disso, utilizariam substâncias potencialmente causadoras de câncer, como a dioxina (derivado do cloro) usada no processo de branqueamento do absorvente. No caso dos tampões, o perigo seria ainda maior, já que as fibras de Rayon (fibras de celulose derivadas da polpa da madeira), usadas na fabricação, são super absorventes e quando ficam no interior da vagina cria-se um terreno de reprodução da dioxina. Essa também seria a razão de ocorrer a síndrome de choque tóxico.

As marcas de absorvente rebateram (nada surpreendente, né) as acusações dizendo que "os absorventes internos são feitos de algodão e rayon e o processo de clareamento das fibras produz níveis baixíssimos de dioxina, o que não a torna prejudicial."

Porém, mesmo esses "níveis baixíssimos de dioxina", não seriam prejudiciais, já que a mulher está repetidamente exposta a essa substância? O.o (uma mulher usa em média 10 mil absorventes na sua vida fértil).

Verdade ou mentira, eu não quero saber de absorventes descartáveis! Esse material meio "plástico" na cobertura dos absorventes (provavelmente são as fibras de Rayon) me incomoda e me deixa assada. E absorventes internos absorvem tanto que me deixam seca...

Mas não só por isso absorventes alternativos são melhor escolha...

Por que mais ecológicos?

"Apenas nos Estados Unidos são jogados fora 12 bilhões de absorventes e 7 bilhões de tampões por ano. Esse lixo não é reciclável e demora mais de 100 anos para se decompor." Qual é a lógica então, de continuar usando algo que incomoda, pode fazer mal a saúde e ainda polui nessa escala? Outras alternativas, como coletores menstruais, absorventes de pano e esponjas marinhas estão aí, a muito tempo funcionando bem. Vejamos cada um deles:

Coletores menstruais: é um copo flexível feito de silicone cirúrgico, que você introduz na vagina e lá ele cria uma espécie de "vácuo" onde vai colher o seu sangue menstrual. Quando estiver cheio o copo, você retira, lava, e usa novamente. Sua duração média é de 10 anos. Existem várias marcas de coletores, sendo vendidos inclusive no Brasil (infelizmente a preços ainda salgados se comparados com os dos EUA, mas vale a pena, se você pensar que em 2 anos você gasta o mesmo em absorventes descartáveis)


Abiosorventes: é basicamente uma toalhinha de tecido de algodão, que você usa, lava e usa de novo. Biodegradável. Se for habilidosa, pode tentar fazer, existem vários sites ensinando. Ou comprar! Aqui em Salvador você pode achar na Camarinha de Nanã.




Esponja do mar: sim! É um pedaço de Porífera, o tipo mais primitivo de animal. Pode até parecer estranho, mas é bastante usada (inclusive para banho). As esponjas recolhidas do Mar Mediterrâneo funcionam como um tampão (ou como matéria prima para absorventes biodegradáveis - ver "mais informações"), só que são naturais, hipoalergênicas e biodegradáveis. Imagino que, se comercializada em larga escala, pode causar algum desequilíbrio no ecossistema (se bem que, podem ser reproduzidas em cativeiro). Mas como alternativa pra se usar de vez em quando...



Agora que você já tem alternativas para ser mais saudável, mais responsável com o meio ambiente e gastar menos, está em suas mãos! =)


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Escutem seu corpo



Bem, eu tenho dito e falo... perdemos a conexão com muita coisa com esse exagero de valor que damos ao racional ocidental.

Hoje eu venho aqui falar de uma das maiores perdas que viemos sofrendo: a perda de conexão com nosso próprio corpo. Primeiro veio a "Santa" Igreja Cristã negando o corpo, como se fosse algo sujo e pecaminoso, depois a ciência, tapando nossos sentidos nos enchendo de drogas químicas, virtuais, psicológicas e agora só temos olhos para seus dogmas. Deu no que deu: não conseguimos ouvir nem o que nosso próprio corpo está dizendo, não sabemos sequer traduzir o que sentimos, nossos "sintomas". Essa discussão dá "pano pra manga", eu gostaria de falar mais sobre isso, mas por agora vou me deter num assunto, o nosso ciclo menstrual.


Foi martelado na nossa cabeça durante séculos, a ladainha da igreja (não apenas a católica) que a mulher é suja quando menstrua. Nada mais mentirosa que essa afirmação, o sangue é sagrado. O sangue menstrual não é sujo, não devemos ter nojo ao entrar em contato com ele, ou senão nunca lavaríamos uma roupa íntima nem mesmo no período fora da menstruação.
Muito importante é entender que no seu período menstrual, ou lunar (lunar porque o ciclo menstrual é como o ciclo da lua, percebam!) a mulher está mais sensível, mais conectada com a Terra, e também com mais poder! É um período delicado, quando a mulher deveria cuidar de si mesma, recolher-se (não no sentido de se isolar completamente, mas cuidar aonde vai e com quem está), e sentir mais do que nunca O QUE SIGNIFICA SER MULHER. Quando essas pequenas atenções consigo mesma não são observadas ou a mulher nega seu período menstrual, aí pode decorrer uma série de problemas, e o mínimo deles é a famigerada TPM, que não é nada mais que uma mulher descuidada e desconectada com seu próprio corpo.
O ideal seria que neste período pudéssemos tirar um tempo extra para nós mesmas, e eu bem sei que nesse rítmo de vida que temos na urbes não é nada fácil, mas é necessário.
Aprendi uma maneira de fazer isso da forma mais prática e completa possível, e em vez de ser um transtorno, a menstruação tornou-se um momento de prazer, um momento só para mim. Meus sinceros conselhos:

-Não "caia na gandaia" e descanse bem durante esse período;

-Tome banhos de ervas;

-Preste atenção como se sente nesse período durante as diferentes fases lunares;

-Faça pequenos trabalhos manuais/criativos (costurar, arrumar o guarda-roupa, escrever, varrer a casa, molhar as plantas - mecher com a terra é muito bom - etc);

-Use absorventes feitos de tecido natural.


Sobre este último tópico eu quero falar mais. O uso desse tipo de absorvente é uma forma de cuidar melhor do corpo, porque o absorvente comum é feito de um material que causa danos a nossa pele e mucosa, contém resíduos, do próprio processo industrial, contribuindo para várias doenças ginecológicas: desde a simples candidíase até um câncer de colo de útero. Além de que deixa a gente assada em dias quentes e há rumores que eles contêm substâncias que fazem nosso sangramento aumentar, assim nos obrigando a continuar comprando mais...

Mas não é só a nós mulheres que esse absorvente de tecido é benéfico. É benéfico também a maior das mulheres, a mãe Terra, pois é reutilizável e biodegradável. Enquanto os absorventes descartáveis comuns não se degradam e ficam por milênios poluindo o planeta... e não é pouca coisa não!!! Imagine que apenas nos Estados Unidos são jogados fora 12 bilhões de absorventes e 7 bilhões de tampões por ano! Multiplicando isso pelo restante do mundo... é muita poluição, só de absorventes!!!

Então já que existe uma alternativa fácil, mais barata, ecológica e saudável pra usarmos, o que estamos esperando????

Vejam mais informações neste site (que vende esses abiosorventes): http://www.coisasdemulher.com.br

E se quiserem fazer, como eu estou tentando (na foto meu 1º abiosorvente!!), acessem o site: http://ellenvicious.multiply.com/journal/item/25/Como_Fazer_um_aBiosorvente


Abraços mulheres!!!!
~~Bons Ventos~~